Home
Contact us   Versão em Português
 
 
  Laje Viva Institute - Scientific and Technical Publications
Go to: Home
 

Scientific and Technical Publications

O Instituto Laje Viva tem como finalidade e objetivo principal implementar ações próprias, implantar e/ou desenvolver ações de terceiros (Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, Polícia Florestal, IBAMA entre outros), visando a preservação e proteção do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, atualmente temos em andamento os projetos abaixo:
 

Title Avaliação do risco de espécie associada a outra em risco de extinção
Authors Sérgio N. Stampar, Christian C. Emig, André C. Morandini, Guilherme Kodja, Ana Paula Balboni, Fábio Lang da Silveira.
Date Maio / 2010
Summary Primeira ocorrência da Phoronis australis na América do Sul abaixo do Equador (PEM Laje de Santos). Publicado no Caderno de Biologia Marinha da França - Cah. Biol. Mar. (2010) 51: 205-211
Documentation Cahiers_iologie_Marine_France 0.5Mb
 
Title A comunidade de peixes recifais do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos: lista de espécies com notas sobre abundância, distribuição, estrutura trófica, associações simbióticas e conservação. (em Inglês).
Authors Osmar J. Luiz Jr., Alfredo Carvalho-Filho, Carlos Eduardo L. Ferreira, Sergio Floeter, João Luiz Gasparini e Ivan Sazima.
Date 23/06/2008
Summary Uma lista com 196 espécies de peixes recifais registradas é apresentada para o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos. A maioria das espécies tem ocorrência comum a todo o Atlântico Ocidental tropical ou ocorre nos dois lados do Oceano Atlântico. Uma parte menor das espécies tem distribuição em comum com os recifes rochosos temperados da Patagônia ou é endêmica do Sudeste do Brasil. Moringua edwardsi, Antennarius multiocellatus, Scorpaena dispar, Aulostomus strigosus, Lutjanus buccanella, Mulloidichthys martinicus e Halichoeres penrosei tem aqui seu limite meridional de distribuição estendido ao Estado de São Paulo. Informações básicas sobre abundância das espécies no local de estudo e sua distribuição entre os diferentes tipos de habitats, estrutura trófica, associações alimentares simbióticas e conservação são aqui comentadas.
Documentation 2008_LJ_Reef_Fishes 1.7Mb
 
Title Ocorrência sazonal de raia-jamanta (Manta birostris) no sudeste do Brasil. (em Inglês).
Authors Osmar J. Luiz Jr., Ana Paula Balboni, Guilherme Kodja, Mauricio Andrade e Heloisa Marun.
Date 20/05/2008
Summary A análise de 79 fotografias de Manta birostris feitas durante um período de nove anos em uma área de proteção marinha no Sudeste do Brasil (Parque Estadual Marinho da Laje de Santos) sugere uma alta previsibilidade de ocorrências de raias-jamantas na região durante o inverno austral (junho a setembro). As razões desta sazonalidade está provavelmente relacionada com condições oceanográficas locais também sazonais, como a presença de uma frente oceânica que chega na região no inverno trazendo um possível enriquecimento planctônico oriundo da deposição de matéria orgânica derivada da descarga do Rio da Prata e Lagoa dos Patos ao sul, providenciando oportunidades de alimentação para as raias-jamantas. Adicionalmente, um exemplar melânico da espécie, similar em coloração as conhecidas "mantas-negras" somente registradas no Pacífico, é registrado pela primeira vez no Oceano Atlântico.
Documentation 2008_Manta_birostris 0.3Kb
 
Title Predação de tartaruga de pente em zoantídeos no sudeste do Brasil
Authors Sérgio N. Stampar, Paulo Francisco da Silva, Osmar J. Luiz Jr. & Ana Cristina V. Bondioli
Date 30/09/2007
Summary A tartaruga de pente, Eretmochelys imbricata (Linnaeus, 1766), é uma espécie que habita os mares tropicais e subtropicais do globo e atualmente encontra-se criticamente ameaçada de extinção (IUCN, 2006).

Este animal possui um importante papel ecológico nos recifes de corais, sendo uma das espécies de tartaruga marinhas mais comuns no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, bem como Chelonia mydas, a tartaruga verde. Apesar de seu hábito onívoro, E. imbricata tem clara preferência alimentar por invertebrados, principalmente esponjas.

Entretanto e não sendo comumente observados, já foram relatados atos predativos de tartarugas de pente sobre alguns cnidários, bem como hidróides e anêmonas do mar, porém nunca havia sido observado a predação de E. imbricata sobre o zoantídeo Palythoa caribaeorum (Duchassaing & Michelotti 1860).

Documentation ASO_Stampar_2007 0.6Kb
 
Title Registro de Tartaruga de pente se alimentando-se do cnidário Palythoa caribeorum
Authors Sérgio N. Stampar, Osmar J. Luiz Jr e Paulo Francisco da Silva.
Date 30/07/2007
Summary Estudos sobre a tartaruga de pente indicam que ela se alimenta quase que exlusivamente de esponjas. Entretanto um grande número delas tem sido avistado no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, onde as esponjas são pouco abundantes e assumem forma altamente incrustante dificultando serem capturadas por seus predadores.

A equipe do ILV fez o primeiro registro de uma tartaruga de pente alimentand-se do cnidário Palythoa caribeorum, o coral babão, mostrando que essa pode ser uma fonte alimentar alternativa para as tartarugas de pente em locais onde há poucas esponjas.

Poucos animais se alimentando-se de Palythoa, que possui uma das toxinas mais venenosas entre os invertebrados marinhos. As tartarugas aparentemente possuem adaptações especiais para se alimentar destes animais.

Documentation Stampar_MTN117 0.2Kb
  
Title Novo registro de espécie de água-viva comum de águas frias do Pacífico e Atlântico Norte para a costa de São Paulo (Laje de Santos)
Authors Sérgio N. Stampar & Guilherme Kodja
Date 30/12/2006
Summary No dia 23 de dezembro de 2006, uma equipe do Instituto Laje Viva, liderada pelo mergulhador Guilherme Kodja, fez uma observação inesperada.
Mergulhando na Laje de Santos foram capturadas imagens de uma espécie de água-viva (Stomotoca atra) nunca antes observada abaixo da linha do Equador.
Documentation FirstRecordOFStomotoca_USP_ LajeViva_vport 0.1Kb
 
Title Ocorrência de Acanthurus monroviae no Atlântico Sul
Authors Osmar Luiz Jr., S. R. Floeter
Date 20/04/2004
Summary O Peixe Cirurgião Africano (Acanthurus monroviae) foi registrado pela primeira vez em todo o Atlântico Ocidental. Sua área de ocorrência era conhecida como sendo do Mar Mediterrâneo e Atlântico Oriental, indo da costa Marroquina até Angola, passando por todas as ilhas da costaaAtlântica africana. Este registro no Brasil aumenta em mais de 3.900 km a área de ocorrência da espécie.

O registro foi realizado pelo Biólogo Marinho Osmar Luiz Jr enquando realizava levantamento das espécies de peixes que ocorrem no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos.

Documentation JFB_monroviae_2004 0.4Kb
 

 

 

 
     
 
Laje Viva Institute - All Rights Reserved